Manifesto Buddhista em Favor da Paz e Justiça

Segue abaixo o texto do discurso apresentado pelo Monge Gensho, na qualidade de fundador e responsável oficial do Colegiado Buddhista Brasileiro, no evento ecumênico em favor da paz e justiça em Myanmar, a ocorrer neste dia 25 de Outubro de 2007 no Templo Busshinji, São Paulo.

Neste evento, houve a presença de vários líderes buddhistas de diversas escolas, assim como representantes da sociedade civil e líderes políticos brasileiros.

Manifesto Buddhista em Favor da Paz e Justiça

Senhoras e Senhores, nossos estimados irmãos e irmãs unidos em paz,

Aqui estamos, unidos sob a honrosa bandeira da Compreensão e Fraternidade, além das diferenças, além dos racionalismos e conceitos rígidos, além das superficialidades e hipocrisias sociais, políticas ou religiosas, prontos para nos manifestar fortemente a favor da dignidade humana, do valor à vida e do direito à liberdade.

Seja nas vielas de favelas e guetos, seja nas ruas e moradas pobres ou abastadas , não existe momento mais desafiador para o espírito humano do que aquele terrível instante, quando toda a dignidade, amor e direitos essenciais são retirados de homens ou mulheres, crianças ou velhos, deixando-os despojados da simples e mais valiosa dádiva na sociedade: a justiça democrática e o respeito à integridade individual.

Esta manifestação é feita em prol da vida humana. A prática buddhista se fundamenta no reconhecimento cabal de que as bases psico-emocionais do ódio, da ambição, da violência e da ignorância – extremamente insalubres e destruidoras da vida e do bem-estar – não podem jamais ser transformadas e curadas sem a compreensão de que as injustiças sofridas por um indivíduo não podem ser valoradas em função de distâncias ou fronteiras; cada ação injusta na Terra representa uma vida desrespeitada, seja esta humana (independentemente se sua nacionalidade, cor, credo ou condição social) ou mesmo de outros seres no planeta. Essa é a essência da paz e da compreensão: a sabedoria de praticar o respeito aos seres e ao mundo, sem imaginar que este respeito somente nos fala se ele estiver sendo praticado em nossa comunidade, em nosso país, em nossa vizinhança. Estamos todos integrados, somos todos parte de um processo crucial de crescimento e aprendizagem espiritual – esta é uma verdade inalienável.

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O Mantra da Grande Compaixão – Video

Aqui ouvimos a versão chinesa do Daihi Shin Darani (O Mantra da Grande Compaixão), que é cantado diariamente nos mosteiros zen no mundo inteiro. O estilo do canto varia de país para país mas a essência é sempre a mesma – a invocação da Compaixão para as nossas vidas. Sendo um ‘mantra’, não é traduzido – é uma transliteração do sânscrito.

Que cada um de nos possa, através da prática budista, abrir o Olho de Sabedoria e o Coração de Compaixão, assim atingindo a Iluminação e a libertação do sofrimento.

Gassho,

O poder da não-violência

A situação em Mianmar pode parecer desoladora, mas um eficaz movimento de protesto não-violento está começando a se formar

de Shaazka Beyerle e Cynthia Boaz*
19/10/2007
Não causou surpresa a junta de Mianmar ter reprimido violentamente a “revolução açafrão”. Os generais tinham perdido toda a credibilidade aos olhos de sua população e lhes restava apenas uma única ferramenta de controle -a repressão.

Mas independente de quantas armas e tanques disponham, os generais ainda dependem de soldados comuns para a realização do trabalho sujo. A história ensina que assim que pessoas suficientes deixarem de se importar com suas ordens, ou trocarem de lado, o poder da junta se desintegrará.

Segundo este ponto de vista, a revolução açafrão não acabou, ela apenas começou.

Monges budistas e civis protestam contra a junta militar de Mianmar

A desobediência está no coração da luta não-violenta. “Mesmo os mais poderosos não podem governar sem a cooperação dos governados”, disse Mahatma Gandhi. Os movimentos não-violentos têm sucesso não necessariamente quando há massas nas ruas, mas quando pessoas suficientes retiram sua cooperação, se recusam a obedecer, e conseqüentemente minam a sustentabilidade do sistema existente.

Relatos de desafio continuam vazando de Mianmar. Fontes dissidentes informam que cartazes da oposição estão aparecendo em espaços públicos, nos muros dos presídios, colados em balões e até mesmo em balsas no rio.

Protestos não são equivalentes a um movimento não-violento, mas são um tipo de tática não-violenta. Além disso, o “poder do povo” não é uma força inexplicável na qual milhares de cidadãos repentinamente aparecem nas ruas e provocam uma conversão nos corações dos opressores.

O poder do povo é uma aplicação sustentada, estratégica, de uma série de táticas não-violentas, incluindo desobediência civil, boicotes, greves e não-cooperação. Gene Sharp, um estudante de não-violência, documentou mais de 198 tipos de ações não-violentas, e cada luta bem-sucedida dá origem a novas.

Os objetivos estratégicos das ações não-violentas são quatro. Elas podem interromper o funcionamento normal de uma cidade, região ou país, tornando impossíveis os negócios de costume. Sob o regime brutal de Augusto Pinochet no Chile, a oposição pediu por um dia de desaceleração, e em um determinado dia a maioria dos moradores de Santiago caminhou sem pressa e dirigiu a meia velocidade, mas desta forma dizendo aos generais que bastava -sem colocar nenhuma pessoa em risco.

Um exilado de Mianmar com fontes dentro do país informou que os ativistas de lá estão “pedindo por não-cooperação com o regime e pelo não comparecimento a fábricas e escritórios”.

Ações não-violentas, como Thomas Schelling, um ganhador do prêmio Nobel de economia, apontou há 30 anos, também podem negar a um opressor o que necessita, como dinheiro, alimento, suprimentos ou efetivo humano.

Durante a revolta popular contra Ferdinand Marcos nas Filipinas, a população sacou seu dinheiro de bancos associados ao regime e deixou de pagar contas. Isto colocou uma grande pressão sobre a economia má administrada, carente de dinheiro. Marcos precisava de dinheiro porque a repressão não vem de graça. Ela custa altas somas para alimentar, transportar e armar soldados, assim como para comprar a lealdade das altas patentes e do círculo interno.

A ação e estratégias não-violentas também podem minar os pilares de apoio do opressor -as instituições e grupos que precisa para manter o controle- incluindo a polícia e as forças armadas. Um exilado de Mianmar informa ter ouvido que os soldados de Mianmar não estão obedecendo plenamente as ordens e que alguns estão faltando ao trabalho, e que aparentemente surgiu um racha entre dois altos generais no “Conselho de Desenvolvimento e Paz do Estado” que governa.

Uma lição de lutas não-violentas do passado é a importância da comunicação de uma visão da sociedade baseada na justiça, não vingança, que inclui um lugar para aqueles que desertem do lado opressor.

Finalmente, ações não-violentas podem atrair pessoas para a oposição. Um crescente número de cidadãos de Mianmar está desligando a televisão, até mesmo as luzes, quando o noticiário noturno do regime tem início, portanto sinalizando apoio à oposição e repúdio ao governo.

Assim, se os generais queriam todos quietos, eles conseguiram -uma mobilização silenciosa com potencial de crescer. Este foi o caso na Turquia em 1997, quando um protesto contra a corrupção que teve início quando as pessoas apagaram as luzes terminou com manifestações de 30 milhões.

Enquanto estava na prisão, o reverendo Martin Luther King Jr. escreveu: “Nós sabemos por dolorosa experiência que liberdade nunca é dada pelo opressor; ela deve ser exigida pelo oprimido”. Em Mianmar, milhares fizeram e continuam fazendo isto.

*Shaazka Beyerle é consultora sênior do Centro Internacional de Conflitos Não-Violentos. Cynthia Boaz é professora assistente de ciência política e estudos internacionais da Universidade Estadual de Nova York, em Brockport.

- Tradução: George El Khouri Andolfato

Original em inglês no site do International Herald Tribune

Buda – O Filme e o Livro “Velho Caminho, Nuvens Brancas”

BUDA – O FILME

Em 22 de maio de 2006, em Cannes, foi assinado o contrato que possibilitará a filmagem “hollywoodiana” da vida do Buda Shakiamuni, com lançamento mundial previsto para 2008. Tudo leva a crer tratar-se da maior obra cinematográfica jamais produzida em torno da vida de um ser humano.

O filme será baseado no best-seller internacional de Thich Nhat Hanh, “Old Path White Clouds” – um milhão de exemplares vendidos só nos EUA, isso sem toda a publicidade que, naturalmente, cercará o lançamento, quando estiver em cartaz – considerado o melhor livro já escrito sobre a vida e os ensinamentos do Buda. Neste momento, o filme está em processo de preparação do roteiro, com a supervisão direta do autor, e terá o título adaptado para “Buddha” (“Buda”).

O projeto recebeu as bênçãos de S.S. o Dalai Lama, que juntamente com Thich Nhat Hanh, examinou o mérito da produção em todos os seus detalhes.

Até agora, os produtores executivos escolhidos para o filme são Michel Shane e Anthony Romano (“Eu Robô” e “Pegue-me se for capaz”). Seus idealizadores e apoiadores (foram doados cento e vinte milhões de dólares!) especialmente o milionário indiano, Dr. Bhupendra Kumar Modi – que afirma ter tido sua vida transformada pela leitura da obra, por isso seu desejo de que mais pessoas sejam beneficiadas –, confiam no pleno sucesso.

Thich Nhat Hanh doou para entidades que cuidam de crianças órfãs e menores abandonados, todos os seus direitos sobre filme e livro, fazendo a única exigência de que as pessoas envolvidas de alguma forma no projeto, atores, diretores, etc., passem por duas semanas em contato direto com a vida monástica de Plumm Village (França).

No Brasil, os direitos sobre as 600 páginas da magnífica obra foram reservados e destinados à Editora Bodigaya, que já os havia solicitado há quase dez anos, sendo a primeira editora nacional a reconhecer o valor inestimável do texto. Teremos a imensa honra, portanto, de traduzir e publicar fielmente o texto original, na íntegra, para o público brasileiro.

É, um trabalho de “fôlego”, muito além da capacidade financeira e estrutural da Editora Bodigaya. Nosso editor, Enio Burgos, ao considerar tais dificuldades, declarou: “Os Budas sabem o que fazem. Se nos confiaram tal tarefa, na verdade, um desafio maravilhoso, é nosso dever buscar meios para cumpri-lo dignamente. Que os Budas nos ajudem…”.

As pessoas que acharem por bem auxiliar na publicação do livro, podem adquirir exemplares antecipadamente através do site www.bodigaya.com.br. Naturalmente, donativos seriam muito bem-vindos. As pessoas que se dispuserem a auxiliar, podem depositar sua contribuição na conta da Ed. Bodigaya, no Banco do Brasil, Ag: 0180-5, cc: 6367-3.

Do fundo do coração, somos imensamente gratos pela ajuda inestimável.

Segue uma tradução de parte do livro, do blog da Sanga Virtual – Thich Nhat Hanh – Brasil

Sangha Virtual
Estudos Budistas
Tradição do Ven. Thich Nhat Hanh

Sidarta quietamente fez um gesto para que as crianças sentassem e disse: “Vocês todas são crianças inteligentes e eu estou certo que serão capazes de entender e praticar as coisas que eu partilharei com vocês. O Grande Caminho que eu descobri é profundo e sutil, mas qualquer um desejando aplicar seu coração e mente pode entendê-lo e segui-lo.”

“Quando você, criança, descasca uma tangerina, pode comê-la com consciência ou sem consciência. O que significa comer uma tangerina com consciência? Quando você está comendo uma tangerina está consciente que está comendo uma tangerina. Você experimenta totalmente sua adorável fragrância e gosto doce. Quando você descasca a tangerina, sabe que está descascando a tangerina; quando remove um gomo e o coloca em sua boca, sabe que está removendo um gomo e o colocando na boca. Quando experimenta sua adorável fragrância e gosto doce, está consciente que está experimentando seu gosto doce e adorável fragrância.”

“A tangerina que Nandabala me ofereceu tem nove gomos. Eu comi cada gomo em plena consciência e vi o quão preciosos e maravilhosos eram. Eu não esqueci a tangerina, e portanto a tangerina era real, a pessoa comendo a tangerina era real. Isto é que é comer uma tangerina de forma consciente.”

“Crianças o que significa comer uma tangerina sem plena consciência? Quando você está comendo uma tangerina, não sabe que está comendo uma tangerina. Não experimenta a adorável fragrância e o gosto doce da tangerina. Quando você descasca a tangerina, não sabe que está descascando uma tangerina. Quando remove um gomo e põe na sua boca, não sabe que está removendo um gomo e o colocando em sua boca. Quando sente o cheiro da fragrância ou o gosto de uma tangerina, não sabe que está sentindo o cheiro da fragrância ou o gosto da tangerina. Ao comer uma tangerina deste modo, você não pode apreciar sua preciosa e maravilhosa natureza. Se você não está consciente que está comendo uma tangerina, a tangerina não é real. Se a tangerina não é real, a pessoa que a está comendo também não é real. Crianças, isto é comer uma tangerina sem plena consciência.”

“Crianças, comer uma tangerina em plena consciência significa que enquanto você come está verdadeiramente em contato com ela. Sua mente não está correndo atrás dos pensamentos de ontem ou de amanhã, mas está habitando totalmente no momento presente. A tangerina está verdadeiramente presente. Vivendo com plena consciência da mente significa morar no momento presente, sua mente e corpo habitando realmente no aqui e agora.”

“Uma pessoa que pratica a plena atenção pode ver coisas na tangerina que outros não são capazes de ver. Uma pessoa consciente pode ver a árvore de tangerina, o florescer da tangerina na primavera, os raios de sol e chuva que nutriram a tangerina. Olhando profundamente, a pessoa pode ver dez mil coisas que fizeram a tangerina possível. Olhando para a tangerina, uma pessoa que pratica plena atenção pode ver as maravilhas do universo e como todas as coisas interagem umas com as outras. “

“Crianças, nossa vida diária é justamente como a tangerina. Como a tangerina é dividida em gomos, cada dia é dividido em 24 h. Uma hora é como um gomo da tangerina. Viver todas as 24hs do dia é como comer todos os gomos da tangerina. O caminho que eu encontrei, é o caminho de viver cada hora do dia em plena atenção, mente e corpo sempre habitando no momento presente. O oposto é viver no esquecimento, não saber que estamos vivos. Não experimentamos totalmente a vida porque nossa mente e corpo não estão habitando no aqui e agora.”

Gautama olhou para Sujata e disse seu nome.

“Sim, Mestre?” Sujata juntou as palmas das mãos.

“Você acha que uma pessoa que vive em plena atenção fará muitos erros ou poucos?”

“Respeitável Mestre, uma pessoa que vive em plena atenção fará menos erros. Minha mãe sempre me diz que uma menina deveria prestar atenção à maneira como anda, fica em pé, fala, ri e trabalha de forma a evitar pensamentos, palavras e ações que possam causar lamento para ela mesma e para os outros.”

“Isso mesmo, Sujata. Uma pessoa que vive em plena atenção sabe o que está pensando, dizendo e fazendo. Tal pessoa pode evitar pensamentos, palavras e ações que causam sofrimento para ela mesma e para os outros.”

“Crianças, viver em plena atenção significa viver no momento presente. Uma pessoa é consciente do que está acontecendo dentro dela e ao seu redor. A pessoa está em contato direto com a vida. Se a pessoa continua a viver desse modo, será capaz de profundamente entender a si mesma e ao que está a sua volta. Entendimento leva à tolerância e ao amor. Quando todos os seres se entenderem, eles se aceitarão e se amarão. Então não haverá tanto sofrimento no mundo. O que você pensa Svasti? As pessoas podem amar se elas são incapazes de se entender?”

“Respeitável Mestre, sem entendimento, o amor é bem difícil. Me lembra algo que aconteceu com minha irmã Bhima. Uma vez ela chorou a noite toda até que minha irmã Bala perdeu a paciência e deu umas palmadas nela. Isso apenas fez Bhima chorar mais. Eu peguei Bhima e percebi que ela estava com febre. Tinha certeza que sua cabeça deveria estar doendo por causa da febre. Chamei Bala e disse a ela que colocasse a mão na testa de Bhima. Quando ela fez isso entendeu de uma vez porque Bhima estava chorando.Seu olhos amoleceram e ela pegou Bhima nos seus braços e cantou para ela com amor. Bhima parou de chorar mesmo ainda com febre. Respeitável mestre, penso que isto aconteceu porque Bala entendeu o porque de Bhima estar chateada. E assim penso que sem entendimento, o amor não é possível.”

“Isso mesmo Svasti! O amor só é possível quando há entendimento. E somente com amor pode haver aceitação. Pratiquem viver em plena atenção crianças e vocês aprofundarão seu entendimento. Serão capazes de entender a vocês mesmos, às outras pessoas e todas as coisas. E vocês terão corações de amor. Este é o caminho que eu descobri.”

Svasti juntou as palmas das mãos. “Respeitável Mestre, podemos chamar este caminho do ‘Caminho da Plena Atenção’?”

Sidarta sorriu “Claro. Podemos chamá-lo de o Caminho da Plena Atenção. Eu gosto muito. O Caminho da Plena Atenção leva ao perfeito Despertar.”

Sujata juntou as palmas das mãos e pediu permissão para falar. “Você é aquele que despertou, aquele que mostra como viver em plena atenção. Podemos chama-lo de ‘O Desperto’?”

Sidarta fez que sim com a cabeça. “Isto me agradaria muito.”

Os olhos de Sujata brilharam. Ela continuou “Desperto em Magadhi é pronunciado como budh. Uma pessoa desperta deveria ser chamada Buda em Magadhi. Podemos chamá-lo de Buda?”

Sidarta fez que sim com a cabeça. Todas as crianças estavam extasiadas. Nalaka, um menino de 14 anos, o mais velho do grupo falou: “Respeitável Buda, estamos muito felizes de receber seus ensinamentos sobre o Caminho da Plena Atenção. Sujata me disse como você meditou sobre esta árvore nos últimos 6 meses e como na última noite obteve o Grande Despertar. Respeitável Buda, esta árvore é a mais bonita da floresta. Podemos chama-la de ‘Árvore do Despertar’, a ‘Árvore Bodhi’? A palavra bodhi divide a mesma raiz da palavra Buda e também significa despertar.”

Gautama fez que sim com a cabeça. Ele também estava deleitado. Ele não tinha adivinhado que durante seu encontro com as crianças o caminho e mesmo a grande árvore receberiam nomes especiais.

(Traduzido do livro “Old Path White Clouds” sobre a vida do Buda – Thich Nhat Hanh)

Vídeos: O Estudo Científico da Meditação

Compartilhamos dois vídeos sobre o estudo científico da meditação. O primeiro é a gravação de um programa de National Geographics (NatGeo) da série “A Incrível Máquina Humana” :

O segundo fala de pesquisas na UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo):

Gassho